A juíza Patrícia Lourival Acioli, assassinada na madrugada desta sexta-feira (12) em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, foi morta com 21 tiros, de acordo com o delegado Felipe Ettore, titular da DH (Delegacia de Homicídios). Segundo ele, a magistrada foi vítima de emboscada.
Patrícia morreu quando chegava em casa, na rua dos Corais, em Piratininga, região oceânica de Niterói. Segundo testemunhas, dois homens em uma moto fizeram os disparos contra o carro da magistrada, um Fiat Idea. A polícia investiga se um carro ou uma moto foi colocado na entrada da garagem para impedir do carro da juíza na garagem.
- Foi uma execução. Estamos trabalhando para identificar o autor e o mandante. Nenhuma hipótese está sendo descartada e ainda não há uma linha de investigação.
De acordo com Ettore, o Disque-Denúncia está passando informações em tempo real para a DH, que está com 60% de todo seu efetivo empenhado neste caso.
Nesta sexta, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, determinou que a Superintendência da PF (Polícia Federal) no Rio investigue o caso. Em nota, Cardozo pediu "imediata" e "rigorosa" apuração dos fatos após o pedido do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), que também pediu que para a investigação seja feita pelos federais.
O delegado-titular da DH disse que até a tarde desta sexta-feira o caso estava sob sua responsabilidade.
R7.com
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