Inspirado no famoso episódio ocorrido em Fortaleza há seis anos, onde um engenhoso plano deu conta do maior roubo a banco da história, o filme "Assalto ao Banco Central" chega aos cinemas natalenses nesta sexta-feira e marca a estreia do diretor e ator Marcos Paulo nas telonas. Com elenco estelar, o longa metragem remonta a ousada operação que surrupiou mais de R$ 160 milhões de um cofre subterrâneo na capital cearense.
Escoltada por uma equipe de consultores, advogados e pesquisadores, que deram suporte e base legal ao projeto, a produção levou dois para ficar pronta. Na vida real, a quadrilha levou três meses para escavar o túnel de 80 metros até o cofre e transportar as 3,5 toneladas de dinheiro. Para o roteirista Renê Balmonte, que também co-assina livro homônimo sobre o caso, duas questões foram fundamentais para nortear seu trabalho: quem são as pessoas envolvidas, que passaram de bandidos comuns aos ladrões mais famosos da país? E como elas planejaram e executaram um crime tão sofisticado?
Para tentar responder esses questionamentos entram em cena os atores Eriberto Leão, Hermila Guedes, Milhem Cortaz, Lima Duarte, Tonico Pereira, Fábio Lago, Antônio Abujamra, Milton Gonçalves, Cássio Gabus Mendes, entre outros rostos conhecidos da televisão, protagonizam a intrincada trama, que tenta desvendar todos os passos da operação: desde a preparação da quadrilha, até os bastidores da investigação da polícia federal. Vale registrar que os ladrões não dispararam um único tiro nem usaram de violência.
As filmagens de "Assalto ao Banco Central" duraram cinco semanas, com rotina de 12 horas diárias de trabalho. As cenas foram rodadas em Fortaleza e no Rio de Janeiro e consumiram 220 latas de filme 35 mm. Toda a produção contou com apoio da Polícia Federal, Polícia Rodoviária, Banco Central, geólogos e empresas de segurança bancária.
Este foi o segundo maior assalto a banco do mundo, o primeiro aconteceu em Londres, em 1987, quando ladrões 'sacaram' 40 milhões de libras (US$ 72 milhões).
DOIS LADOS DA MOEDA
Para quem acompanhou o caso de perto, algumas divergências entre a ficção e o que foi realmente apurado pela polícia podem ser destacadas: enquanto a Polícia Federal contabilizou o roubo de 3,5 toneladas de dinheiro, o filme dá conta de algumas centenas de quilos - nada que chegue a somar "toneladas"; o túnel real tinha 70cm de altura e contava com refrigeração, enquanto na ficção o lugar tem mais de um metro e a temperatura é medida na tela através da transpiração excessiva dos personagens; outro detalhe é a diferença entre o número de pessoas envolvidas no crime.
Escoltada por uma equipe de consultores, advogados e pesquisadores, que deram suporte e base legal ao projeto, a produção levou dois para ficar pronta. Na vida real, a quadrilha levou três meses para escavar o túnel de 80 metros até o cofre e transportar as 3,5 toneladas de dinheiro. Para o roteirista Renê Balmonte, que também co-assina livro homônimo sobre o caso, duas questões foram fundamentais para nortear seu trabalho: quem são as pessoas envolvidas, que passaram de bandidos comuns aos ladrões mais famosos da país? E como elas planejaram e executaram um crime tão sofisticado?
Para tentar responder esses questionamentos entram em cena os atores Eriberto Leão, Hermila Guedes, Milhem Cortaz, Lima Duarte, Tonico Pereira, Fábio Lago, Antônio Abujamra, Milton Gonçalves, Cássio Gabus Mendes, entre outros rostos conhecidos da televisão, protagonizam a intrincada trama, que tenta desvendar todos os passos da operação: desde a preparação da quadrilha, até os bastidores da investigação da polícia federal. Vale registrar que os ladrões não dispararam um único tiro nem usaram de violência.
As filmagens de "Assalto ao Banco Central" duraram cinco semanas, com rotina de 12 horas diárias de trabalho. As cenas foram rodadas em Fortaleza e no Rio de Janeiro e consumiram 220 latas de filme 35 mm. Toda a produção contou com apoio da Polícia Federal, Polícia Rodoviária, Banco Central, geólogos e empresas de segurança bancária.
Este foi o segundo maior assalto a banco do mundo, o primeiro aconteceu em Londres, em 1987, quando ladrões 'sacaram' 40 milhões de libras (US$ 72 milhões).
DOIS LADOS DA MOEDA
Para quem acompanhou o caso de perto, algumas divergências entre a ficção e o que foi realmente apurado pela polícia podem ser destacadas: enquanto a Polícia Federal contabilizou o roubo de 3,5 toneladas de dinheiro, o filme dá conta de algumas centenas de quilos - nada que chegue a somar "toneladas"; o túnel real tinha 70cm de altura e contava com refrigeração, enquanto na ficção o lugar tem mais de um metro e a temperatura é medida na tela através da transpiração excessiva dos personagens; outro detalhe é a diferença entre o número de pessoas envolvidas no crime.
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