Depois de uma fase de maré alta emplacando todos os seus pleitos junto ao governo do Estado, da indicação do presidente da Assembléia Legislativa a assumir com "porteira fechada" a rica secretaria de recursos hídricos e meio-ambiente, o vice-governador Robinson Faria parece estar entrando em uma fase de maré baixa.Em menos de 30 dias viu com ele romper politicamente o ex-prefeito de Nova Cruz, Cid Arruda, e o deputado estadual mais votado da última eleição, Antônio Jácome, ambos filiados ao seu partido, o PMN, além de ter que aceitar a exigência do marido da governadora, Carlos Augusto Rosado, de seu indicado e afilhado Disson Lisboa, ex-prefeito de Goianinha, ser "renunciado" do cargo de diretor da Caern.Como se não bastasse, Robinson está tendo que administrar o descontentamento do também seu aliado deputado Raimundo Fernandes, que para demonstrar o mesmo sequer compareceu à leitura da mensagem que a governadora Rosalba Ciarlini fez perante a Assembleia Legislativa.
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